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Viajar tem limite etário? Brasileira perde reserva em hotel por ter 60 anos

  • Foto do escritor: Grupo Acolher e Cuidar Franchising
    Grupo Acolher e Cuidar Franchising
  • há 1 dia
  • 2 min de leitura

Viajar costuma ser uma experiência de descoberta, aprendizado e enriquecimento pessoal, independentemente da idade. No entanto, um episódio recente envolvendo uma viajante brasileira evidenciou que a discriminação por idade, conhecida como etarismo, ainda persiste em algumas situações cotidianas, impactando diretamente a experiência de quem está na fase de envelhecimento. Esse caso traz à tona reflexões sobre inclusão, direitos e acessibilidade na convivência social, inclusive no turismo.


De acordo com a matéria publicada no portal Metrópoles, a brasileira Márcia Reis, autora do livro Aventuras de Mochila, teve sua hospedagem negada em um hostel na cidade de Bruxelas, na Bélgica, devido à sua idade. Marcia, de 60 anos, foi informada pela recepção de que o estabelecimento aceitava apenas hóspedes com até 40 anos, o que a deixou surpresa e frustrada. Ela explicou que não tinha percebido essa restrição antecipadamente e acabou tendo de cancelar sua reserva, mesmo com o pagamento já efetuado. A viajante disse que foi a primeira vez que viveu situação semelhante em suas viagens e que o episódio representou um choque pessoal diante de um preconceito que chama de etarismo.


O caso de Márcia não parece isolado. Fóruns e relatos de viajantes revelam que alguns hostels ou pensões impõem limites etários, muitas vezes com a justificativa de criar um ambiente voltado para grupos mais jovens ou para experiências específicas, como festas ou eventos. Críticos apontam que essa prática pode ser discriminatória, porque exclui pessoas simplesmente por causa de sua idade em vez de considerar suas necessidades ou preferências pessoais. Pesquisas acadêmicas mostram que a discriminação etária é uma forma de preconceito frequente, vivenciada por muitas pessoas à medida que envelhecem, capaz de afetar sua autoestima, participação social e oportunidades de interação.


O episódio reforça uma realidade mais ampla que muitas pessoas idosas enfrentam à medida que envelhecem, a necessidade de serem vistas, tratadas e incluídas com respeito em todos os espaços sociais. Dentro do ambiente de acolhimento, a assistência domiciliar qualificada pode oferecer um suporte que vai além de cuidados físicos, contribuindo também para o fortalecimento pessoal, a promoção de bem-estar emocional e a construção de uma vida com dignidade. Cuidadores e equipes multidisciplinares podem criar rotinas seguras, estimular participação social, orientar sobre direitos e apoiar relações interpessoais.


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