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Terapia Sináptica Promissora, Fármaco Experimental Melhora Cognição Em Alzheimer

  • Foto do escritor: Grupo Acolher e Cuidar Franchising
    Grupo Acolher e Cuidar Franchising
  • há 4 dias
  • 2 min de leitura

O envelhecimento da população mundial impõe desafios crescentes à saúde, especialmente diante do aumento das doenças neurodegenerativas. Entre elas, o Alzheimer se destaca pelo impacto direto na autonomia, na memória e na vida cotidiana das pessoas idosas. Ao mesmo tempo, avanços científicos vêm ampliando o entendimento sobre o funcionamento do cérebro ao longo da vida, apontando caminhos promissores para o enfrentamento dessas condições.


Segundo uma matéria publicada no portal Longevity Technology, ela apresentou dados promissores de um estudo clínico fase 2a, sobre uma terapia inovadora voltada para pessoas com Alzheimer leve a moderado. O estudo avaliou um medicamento experimental que tem como objetivo restaurar a conectividade sináptica no cérebro, ou seja, reparar as ligações entre neurônios que se deterioram com a progressão da doença. Os resultados indicaram melhora cognitiva significativa em participantes que receberam a dose mais alta, com ganho de pontuação em testes padronizados de função mental dentro das primeiras semanas de tratamento e manutenção desses ganhos ao longo de vários meses, sugerindo uma possibilidade de reversão ou desaceleração do declínio cognitivo.


Especialistas ouvidos no estudo enfatizam que essas descobertas representam um avanço no paradigma de tratamento da doença de Alzheimer, pois abordam a regeneração sináptica em vez de apenas reduzir sintomas ou desacelerar o processo. A restauração das conexões sinápticas, essenciais para memória, raciocínio e outras funções cognitivas, pode, se confirmada em fases posteriores dos testes clínicos, abrir novas perspectivas de intervenção. Entretanto, os pesquisadores alertam que esses tratamentos ainda estão em fase experimental e que o envelhecimento com qualidade requer uma abordagem ampla que combine ciência, prevenção, estilo de vida saudável e cuidado contínuo. 


Diante dos avanços no tratamento de doenças ligadas ao envelhecimento cerebral, fica ainda mais clara a importância da Assistência domiciliar, que de forma estruturada e contínua oferece cuidado e acolhimento para pessoas idosas. Contando com cuidadores e uma equipe multidisciplinar, permite que os indivíduos recebam suporte constante, não apenas na administração de tratamentos e no acompanhamento das terapias mais recentes, mas também na manutenção de rotinas seguras, atividades estimulantes e apoio emocional. Esse tipo de cuidado integral contribui para preservar a autonomia e a qualidade de vida, dando suporte às necessidades físicas, cognitivas e sociais e criando um ambiente que promove bem-estar ao longo de todo o processo de envelhecimento.


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