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A Voz De Quem Viveu A Desproteção, Livro Convida Ao Debate Sobre O Envelhecimento Seguro

  • Foto do escritor: Grupo Acolher e Cuidar Franchising
    Grupo Acolher e Cuidar Franchising
  • há 7 dias
  • 2 min de leitura

O envelhecimento populacional avança em ritmo acelerado no Brasil, mas esse aumento da longevidade nem sempre vem acompanhado de proteção, suporte e condições adequadas de cuidado. Para muitas pessoas idosas, envelhecer significa enfrentar fragilidades físicas, emocionais e sociais, com redes de apoio insuficientes e dificuldades de acesso a serviços essenciais. Esse cenário evidencia um envelhecimento desprotegido, no qual a vulnerabilidade se intensifica justamente em uma fase da vida que exige maior atenção, cuidado e segurança.


Segundo a matéria publicada na página Portal do Envelhecimento destaca essa realidade ao apresentar o livro Águas de Maio: quando o cuidado não protege, uma obra que questiona a eficácia das formas atuais de cuidado destinadas à população idosa. O livro chama atenção para situações em que o cuidado existe apenas de forma nominal, mas não se traduz em proteção real diante de crises de saúde, dependência funcional ou fragilidade social. A publicação expõe como muitas pessoas idosas permanecem invisibilizadas, enfrentando negligência, solidão, insegurança e ausência de acompanhamento contínuo, mesmo quando inseridos em contextos familiares ou institucionais.


A obra também aponta que o envelhecimento desprotegido é resultado de múltiplos fatores, como desigualdade social, sobrecarga das famílias, falta de orientação adequada e ausência de articulação entre serviços de saúde, assistência social e cuidado cotidiano. Nessas condições, situações adversas como quedas, agravamento de doenças, crises emocionais ou emergências médicas tendem a se agravar pela falta de respostas rápidas e organizadas. O texto ressalta que, sem uma rede de cuidado estruturada, a pessoa idosa fica mais exposta a riscos evitáveis, perda de autonomia e comprometimento da sua dignidade.


Diante desse cenário, a Assistência domiciliar estruturada e contínua surge como uma alternativa fundamental para reduzir os efeitos do envelhecimento desprotegido. A presença regular de cuidadores e profissionais multidisciplinares capacitados no ambiente doméstico permite o monitoramento constante da saúde, a identificação precoce de sinais de alerta e a intervenção adequada em momentos de crise. Esse suporte contínuo fortalece a segurança física e emocional da pessoa idosa, oferece respostas eficazes em situações adversas e contribui para que o envelhecimento aconteça com mais proteção, dignidade e qualidade de vida.


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