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Ser Criativo Rejuvenesce, Hobbies Artísticos Mantêm O Cérebro Mais Jovem E Saudável

  • Foto do escritor: Grupo Acolher e Cuidar Franchising
    Grupo Acolher e Cuidar Franchising
  • 26 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura
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Pesquisadores têm destacado que a manutenção da autonomia na velhice não depende apenas do corpo, mas também da vitalidade da mente, da capacidade de criar, imaginar e se conectar ao mundo ao redor. À medida que a expectativa de vida se expande, cresce também a preocupação com a qualidade dessa nova longevidade, especialmente no que diz respeito à cognição, autonomia e bem-estar emocional das pessoas idosas. 


Segundo matéria publicada no portal Nature, diversos estudos apontam que atividades como pintura, música, artesanato, jogos de memória ou exercícios lúdicos contribuem para a estimulação cognitiva de pessoas idosas, promovendo memória, flexibilidade mental, raciocínio e bem-estar emocional. Essas práticas, ao ativarem diferentes áreas do cérebro e demandarem atenção, coordenação e criatividade, ajudam a preservar funções cognitivas e retardar o declínio associado à idade. Além disso, o envolvimento em atividades que trazem prazer, seja arte, artesanato e música, tende a reduzir o estresse, melhorar o humor e fortalecer a autoestima, fatores essenciais para uma velhice saudável. 


A matéria ressalta também que mais do que conservar funções cerebrais, as atividades criativas também promovem engajamento, convívio social e sensação de propósito, aspectos que ganham importância à medida que envelhecemos. A participação em oficinas artísticas, jogos, música ou artesanato, mesmo quando adaptadas para serem feitas em casa, cria espaços de interação, estimula a comunicação, diminui o isolamento e fortalece laços afetivos. 


Nesse contexto, estudos recentes reforçam que a assistência domiciliar pode facilitar a implementação de atividades criativas supervisionadas no lar, equipes multidisciplinares promovem atividades que estimulam o cérebro, gerando engajamento e mantendo a autonomia da pessoa idosa. Ao aproximar ciência e rotina diária, esse modelo de cuidado amplia o acesso a práticas que antes dependiam de centros especializados e garante que a estimulação mental aconteça de forma contínua, estruturada e segura. O resultado é um envelhecimento mais ativo, participativo e alinhado às evidências que hoje definem a qualidade de vida na longevidade.


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