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Qual o papel da IA na saúde? Tecnologia previne doenças neurodegenerativas

  • Foto do escritor: Grupo Acolher e Cuidar Franchising
    Grupo Acolher e Cuidar Franchising
  • 5 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura

Há uma crescente preocupação com o cérebro surgindo, principalmente pela população idosa. Não somente com doenças neurológicas surgindo, mas com o ritmo de envelhecimento cerebral e sua influência sobre memória, autonomia e bem-estar. Recentes avanços científicos revelam que é possível avaliar a “idade real” do cérebro com o auxílio da inteligência artificial (IA), abrindo a porta para um cuidado preventivo mais eficaz. 


Segundo uma matéria publicada no portal Veja, pesquisadores conseguiram usar IA para “prever” o envelhecimento cerebral por meio da análise de exames de imagem, um exame de ressonância magnética passou a ser capaz de indicar a velocidade com que o cérebro de uma pessoa está envelhecendo. O estudo demonstra que mudanças estruturais no cérebro, como redução da massa cinzenta ou diminuição da espessura do córtex, podem sinalizar risco de declínio cognitivo mesmo antes de sintomas evidentes.


Especialistas apontam que esse tipo de avaliação pode permitir intervenções precoces, como estimulação cognitiva, acompanhamento neurológico, adoção de hábitos saudáveis, e manutenção de uma rotina com apoio profissional. A identificação antecipada de um cérebro “mais envelhecido” do que o esperado pela idade cronológica pode servir como alerta para ajustar cuidados, prevenir perdas de memória, atrasar declínios e evitar consequências graves, como isolamento, desorientação ou dependência prematura.


Nessa nova era de diagnóstico precoce e personalizado, a presença de cuidadores e equipe multidisciplinar através da assistência domiciliar, ganha papel fundamental. Com apoio especializado, adaptado às necessidades de quem envelhece, é possível garantir estimulação cognitiva regular, monitoramento da saúde, adesão a cuidados médicos e psicológicos, e a criação de uma rotina que favoreça a vitalidade mental. Esse cuidado contínuo ajuda a manter a memória ativa, a independência nas atividades do dia a dia e, sobretudo, contribui para que a velhice seja vivida com dignidade, segurança e qualidade de vida.



 
 
 

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