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Polifarmácia: quando o excesso de remédios vira um risco para o idoso

  • Foto do escritor: Grupo Acolher e Cuidar Franchising
    Grupo Acolher e Cuidar Franchising
  • 31 de jul.
  • 2 min de leitura

À medida que a população envelhece, cresce também a necessidade de investir em ações que preservem a autonomia e a qualidade de vida das pessoas idosas. Entre os principais desafios dessa fase da vida, as quedas ocupam posição de destaque por estarem associadas a lesões, hospitalizações e perda da independência. Embora sejam frequentes, grande parte desses acidentes pode ser evitada com medidas preventivas e acompanhamento adequado.


De acordo com matéria publicada pela Secretaria de Estado da Saúde do Paraná, mais de 12 mil internações de pessoas idosas foram registradas em 2024 em decorrência de quedas, reforçando a dimensão desse problema de saúde pública. O conteúdo destaca que o envelhecimento provoca alterações naturais, como redução da força muscular, diminuição do equilíbrio, mudanças na visão e no tempo de reação, fatores que aumentam a vulnerabilidade a acidentes, especialmente dentro do próprio domicílio. Além das consequências físicas, uma queda pode comprometer a mobilidade, favorecer o isolamento social e acelerar a perda da capacidade funcional.


A reportagem reforça que a prevenção deve começar pela identificação dos fatores de risco. Entre as principais recomendações estão manter a casa bem iluminada, retirar tapetes soltos e obstáculos, instalar barras de apoio em locais estratégicos, utilizar calçados adequados, realizar acompanhamento regular da saúde e incentivar atividades que fortaleçam músculos e equilíbrio. Especialistas também ressaltam a importância da revisão periódica dos medicamentos, já que alguns podem provocar tonturas ou alterações da pressão arterial, aumentando o risco de quedas.


Nesse contexto, a assistência domiciliar desempenha um papel decisivo na prevenção de quedas e na promoção de um envelhecimento mais seguro. O acompanhamento diário permite identificar riscos no ambiente, estimular a mobilidade de forma segura, monitorar alterações no estado de saúde e orientar familiares sobre medidas preventivas. Com uma equipe multiprofissional, avaliação contínua e cuidado humanizado, é possível reduzir a ocorrência de acidentes, preservar a autonomia da pessoa idosa e proporcionar mais segurança, bem-estar e qualidade de vida no ambiente em que ela se sente mais acolhida.


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