Descomplicando a Gerontolescência, A Nova Geração De Avós Protagonistas Da Própria História
- Grupo Acolher e Cuidar Franchising
- 5 de dez. de 2025
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Com o aumento da longevidade e a mudança nas dinâmicas familiares, muitos avós acabam assumindo o papel de cuidadores, seja de netos ou de outros familiares, em um momento da vida que deveria ser de descanso e realização pessoal. Esse papel, embora carregado de afeto, pode gerar sobrecarga emocional e física, comprometendo a saúde e a qualidade de vida dessas pessoas idosas. Entender esse fenômeno e oferecer apoio especializado torna-se urgente para garantir dignidade e bem-estar no processo de envelhecimento.
Segundo matéria publicada no portal Globo, a nova geração de avós no Brasil vive realidades diversas, alguns aproveitam o tempo com mais liberdade e independência; outros, muitos, seguem com responsabilidades constantes de cuidado, seja com netos ou outros familiares. Nesse contexto, os avós-cuidadores frequentemente acumulam tarefas domésticas, cuidado infantil ou de dependentes, suporte escolar, apoio logístico e emocional, muitas vezes sem apoio institucional ou familiar adequado. A reportagem mostra que esse arranjo invisibilizado exige força, tempo e saúde, e pode evidenciar fragilidades justamente na fase da vida em que o corpo e a mente demandam atenção.
Além disso, o texto alerta para os riscos do desequilíbrio, a sobrecarga de funções pode gerar cansaço, estresse, isolamento social, prejuízo à saúde física e mental, atravessando gerações e afetando toda a estrutura familiar. O papel tradicional do “avô disponível” muitas vezes assumido por avós mulheres, recai sobre pessoas que chegam à idade madura buscando descanso, mas passam a viver sob pressão constante. Sem suporte adequado, as consequências podem ser sérias, comprometendo autonomia e qualidade de vida na velhice.
É nesse cenário que a assistência domiciliar qualificada se revela essencial. Com a ação integrada da assistência domiciliar e cuidadores dedicados, é possível redistribuir tarefas, garantir suporte adequado, aliviar a carga de responsabilidade e proporcionar aos avós-cuidadores a chance de preservar sua saúde física e mental. Dessa forma, o apoio contínuo no lar ajuda a evitar o desgaste crônico, a sobrecarga de funções e o adoecimento silencioso, oferecendo a pessoa idosa a dignidade de envelhecer com equilíbrio, autonomia e bem-estar.
Saiba mais no link: https://gente.globo.com/avos-na-gerontolescencia-liberdade-e-cuidado/










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