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Cinesiofobia, O Perigo Do “E Se Eu Cair? " O Medo Gera Imobilidade E Adoecimento Físico

  • Foto do escritor: Grupo Acolher e Cuidar Franchising
    Grupo Acolher e Cuidar Franchising
  • há 6 dias
  • 2 min de leitura
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Com o avanço da idade, muitas pessoas se deparam com mais do que a fragilidade do corpo, surge também o temor de se mover. Esse medo intenso, ainda pouco discutido, representa um dos grandes obstáculos para a independência no envelhecimento. O conceito de Cinesiofobia, que é o receio exacerbado de realizar movimentos por medo de dor ou queda, tem ganhado atenção de especialistas, porque, embora invisível, pode comprometer a mobilidade, a rotina e a qualidade de vida da pessoa idosa.


Segundo o artigo publicado no Portal do Envelhecimento, a Cinesiofobia emerge frequentemente após uma queda ou mesmo após ouvir relatos de acidentes graves. O impacto psicológico pode ser tão forte que muitas pessoas idosas passam a evitar atividades simples como caminhar pela casa, sair para pequenas compras, subir escadas, ou realizar tarefas domésticas. Esse comportamento de evitação gera um ciclo perigoso, pois a falta de movimento favorece o enfraquecimento da musculatura, o comprometimento do equilíbrio e o aumento real do risco de novas quedas


Pesquisas recentes confirmam a relevância do problema. Em um estudo com pessoas idosas, portadores de vertigem, por exemplo, quase metade dos participantes apresentou níveis de Cinesiofobia significativos e parte deles foi classificada como de risco elevado para novos incidentes. A literatura técnica aponta que, em muitos casos, o próprio medo de sentir dor ou de sofrer nova queda, motiva a adoção de um estilo de vida sedentário, com redução da força muscular, perda de equilíbrio e aumento da fragilidade. Esse padrão, dizem especialistas, torna-se um “perigo silencioso”.


Os dados e relatos sobre Cinesiofobia mostram que a ameaça à mobilidade e à autonomia no envelhecimento não está restrita às quedas, ela mora no medo de se mexer, na retração, na insegurança e nas limitações auto impostas. E é nesse cenário que a Assistência domiciliar atua, promovendo a atenção especializada e estratégias de reintrodução gradual, através de uma equipe multidisciplinar, devolvendo à pessoa idosa a autonomia e a reafirmação da mobilidade, de forma acolhedora e segura.


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